Traços, por Eduardo Cilto

Hey amigos, tudo bem?

Voltei com uma indicação super especial, Traços, o primeiro livro do Eduardo Cilto. Como inscrita do canal Perdido nos livros eu estava super ansiosa para conferir o resultado desse projeto, e nesse post vocês vão saber o que achei do primeiro romance escrito pelo Edu.

Traços

Quando Matheus aceitou acompanhar Beatriz na festa do colégio, jamais imaginou que terminaria a noite participando de um ritual mistico (de veracidade duvidosa) para saber o que o futuro reservava para ele e a amiga. Assim que as velas que os cercavam se apagam e uma resposta esquisita encerra a cerimônia, Beatriz leva o resultado a sério e entende que deve fugir da cidade pequena para se encontrar com seu destino na ruas de São Paulo. Perdido no meio de tudo, Matheus é obrigado a repensar o que considera certo ou errado quando é convidado para participar do plano maluco de fuga, e decide que precisa passar por cima dos limites impostos pelos pais para finalmente ser capaz de entender quem realmente é. Os dois amigos partem sozinhos para a metrópole e carregam consigo não somente as malas nas costas, mas também o peso de todos os problemas que achavam que estavam deixando para trás. Sem ter ideia do que estão enfrentando, Matheus e Beatriz descobrem mais sobre si mesmos, criam e quebram laços e encaram desafios que jamais pensaram que confrontariam, enquanto contavam as moedas para realizar esse grande plano que iria mudar suas vidas para sempre.

Fazem mais de dois que acompanho o Eduardo no canal Perdido nos livros, por isso estava extremamente ansiosa para conferir como seria uma narrativa escrita por ele. A sinopse acima não mostra um décimo do caminho que o Edu seguiu em Traços, comecei gostando do fato de sermos simplesmente jogados na história, Matheus, o personagem principal está indo pela primeira vez a uma festa da escola, e ele está indo apena porque Beatriz o convidou, em vários momentos Math se pega pensando no irmão, mas leva um tempo até a gente entender o que aconteceu.

Se eu tivesse lido o Traços assim que comprei eu provavelmente teria duvidado e achado bobagem os motivos da Beatriz querer fugir, mas enquanto estava na fila para pegar o autógrafo do Edu conheci uma garota que tinha uma história semelhante a da personagem, o que pensando bem é absolutamente bizarro. Eu sei que não estou contando muitos detalhes, mas é que tenho a impressão que qualquer coisa errada que eu diga pode estragar a experiência de leitura.

Autografo Traços

Não digo que Traços é perfeito, pois seria mentira, até a metade eu senti a história meio sem ritmo, mas ainda estava empolgada pra saber onde essa história ia parar. Devo mencionar que a narrativa melhorou muito quando a Samantha apareceu na história, eu realmente amei essa personagem, ela é super divertida e desperta o melhor do Matheus. Falando do Matheus, ele é aquele cara legal, mesmo sendo um garoto eu me identifiquei muito com ele. Já a Beatriz é irritante, eu realmente não gostei dela, achei manipuladora, impulsiva e inconsequente, eu não gostaria de conviver com alguém assim.

Como já havia dito acima, eu estive na seção de autógrafos do Traços, e fiquei extremamente impressionada com a quantidade de pessoas presentes no evento. Eu era praticamente a ultima da fila, e fiquei impressionada também com o fato dele ter me reconhecido e ainda lembrado meu nome por causa do Twitter (fiquei em choque na verdade), essa foi a segunda vez que o encontrei e mais uma vez confirmei que o Eduardo é um fofo.

Eduardo e Rosana 2

Eduardo e Rosana

Bom, eu realmente recomendo a leitura do Traços, também acredito que o Eduardo tem muto potencial como escritor e vale a pena acompanhar essa trajetória desde o começo.

Para continuar acompanhando o Eduardo Cilto:

Canal Perdido nos livros, twitter, facebook e instagram.

Você já leu o Traços? Acompanha o Eduardo no Perdido nos livros?

Beijos, e até a próxima.

Night Sports, do 3OH!3

Olá pessoas, tudo bem?

Eu sei que faz um bom tempo que eu não apreço, mas é que eu estava meio sem assunto, mas agora eu voltei, e voltei com dica musical (já deu pra ver que é meu tema favorito), o álbum Night Sports, do 3OH!3. Nunca falei aqui, mas eu amo o 3OH!3, e não me importo se os outros achem isso estranho.

3OH!3.jpg

Eu tenho a impressão que o 3OH!3 é aquela banda (dupla no caso) que todo mundo sabe que existe, mas que ninguém escuta de verdade, pois nunca vejo ninguém comentando sobre eles, acho que o grande público se esquece deles na maior parte do tempo, mas quando escutam alguma música sempre rola a frase “não é aquela dupla que cantava com a Katy Perry?”, não vou mentir, foi por causa da Katy que eu conheci o som deles, lá em 2009, e escuto frequentemente desde então. No meu caso nem tem como esquecer-los, pois todos os clipes deles saem no canal da gravadora Fueled By Ramem, que eu acompanho fortemente, e nas últimas semanas eu estou extremamente viciada no último álbum deles, o Night Sports.

O álbum tem a mesma essência dos anteriores, as músicas são dançantes, divertidas e estranhas em alguns casos, mas eu gosto. Gosto também do jeito que eles misturam o eletrônico com rap com um fundo pop. Os vocais do Sean Foreman e do Nathaniel Motte harmonizam muito juntos e são bem característicos deles. Uma coisa que eu amo sobre o 3OH!3 é que a energia deles é extremamente contagiante, eles se divertem e fazem a gente se divertir junto sem medo ou pudores.

Night Sports

Hear Me Now é a música que chega coma a mensagem “você pensa que nos esqueceu? Pense de novo, pois aqui estamos.” a música é bem cativante, tem um que indiano na batida. Mad At You é uma das minhas favoritas, eu gosto muito, muito, muito da letra, adoro o jeito que o relacionamento é tratado nela. Freak Your Mind é a mais pop do álbum, é aquela que vai te fazer dançar de pra valer. Basmf (que significa bad ass stuped motherfuckers) é a minha favorita, eu escuto ela umas 3 vezes por dia, eu adoro a letra, a batida, é aquela que eu canto junto, ela lembra os trabalhos antigos deles. Agora não seria um álbum de 3OH!3 se eles não fossem além da escala ridículo, e a faixa My Dick definitivamente excede as expectativas, a música é tão ridícula, que se torna muito divertida. Inside Boy é outra me deixou extremante viciada, e uma faixa certeira, eu escuto e só quero dançar e cantar junto.

Não vá ouvir 3OH!3 esperando o tipo de música que você escuta no rádio, pois não é isso que você vai encontrar, no entanto se você está procurando músicas para tocar em uma Party House eu recomendo fortemente esse álbum (na verdade recomendo ouvir todo o repertório do 3OH!3 e selecionar suas favoritas, pois tem muita coisa boa), a maioria das músicas dão muita vontade de dançar, mesmo que letra possa soar um pouco estranhas, como eu já disse, o 3OH!3 continua a produzir diversão

Para acompanhar o 3OH!3 nas redes sociais:

siteinstagramfacebook e twitter.

Beijos, e até a próxima.

Dois anos desde que tivemos Fall Out Boy no Brasil

Hey amigos, tudo bom?

Eu sei que andei sumida, pra variar a minha vida estava uma bagunça (bom, ainda está), mas eu não poderia deixar o dia de hoje passar em branco, dois anos atras, no dia 21 de maio de 2014 o Fall Out Boy fazia seu segundo show no Brasil, depois de oito anos sem pisar em nossas terras, e eu estava lá vivendo o melhor dia da minha vida.

[Fall Out Boy]

Já falei em outros posts  que o Fall Out Boy é a minha banda favorita, mas esse é meu primeiro post especial para eles. Eu lembro desse show como se ele tivesse acontecido ontem, fazia um ano que a banda tinha voltado do hiatus, lembro que comprei o ingresso na semana do meu aniversário, foi o presente de aniversário mas caro e mais legal que já tive (mesmo que eu mesma tenha pago por ele). Lembro de ter perguntado em um grupo no facebook se alguém da minha região iria, por causa desse post conheci a Thami, que é minha amiga até hoje, se não tivesse conhecido ela eu iria sozinha. Lembro das pessoas que conheci na fila, dos momentos de apreensão e da alegria de finalmente estar vivendo aquele dia. Antes da Thami eu não conhecia ninguém que realmente gostasse de Fall Out Boy, eu era só a “garota estranha” que gostava de “música estranha”, mas no dia 21 de maio de 2014 eu conheci muitos outros “garotos estranhos”, e todos estavam felizes por estar ali.

Patrick Stump e Pete Wentz (Fall Out Boy)

Bom, agora vamos falar sobre o show, quando o relógio bateu 21:30 todos já estávamos dentro do Citibank Hall e já tínhamos encontrado o melhor lugar possível para ver o show (eu consegui ficar na grade, não no meio como eu queria, mas ainda assim era a grade), depois de alguns gritos a qualquer sinal de movimento eles entraram mascarados e tocando The Phoenix, eu simplesmente não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo, mas estava, depois de anos amando essa banda, ali estava eu realizando meu sonho. O show fazia parte da turnê Save Rock and Roll, mas é claro que eles não deixariam de tocar algumas das músicas mais famosas deles como  Sugar, We’re Goin’ Down, Dance, Dance, música que fez eu me apaixonar por eles Thnks fr th Mmrs, entre outras. Estou a um bom tempo na frente desse computador tentando buscar palavras para descrever o quão maravilhoso foi aquele dia, mas a verdade é que por mais que eu tente eu nunca vou conseguir, só quem viveu esse tipo de experiência pode entender.

Patrick Stump {Fall Out Boy}
Patrick Stump
Andy Hurley (Fall Out Boy)
Andy Hurley
Pete Wentz (Fall Out Boy)
Pete Wentz

Infelizmente o Joe não veio com a banda, a Ruby, filha dele tinha acabado de nascer e ele ficou com a família, no lugar dele tivemos Ryland Blackinton, do Cobra Starship na guitarra.

Eles encerraram o show dizendo que não demorariam tanto para voltar ao Brasil, bom, já fazem dois anos, por mim eles já podem voltar.

Eu juntei todos os vídeos tremidos que fiz durante o show no vídeo abaixo, então se você quiser sentir ou lembrar como era estar lá é só apertar o play.

Fall Out Boy no Brasil
Com exceção dessa foto todas as outras imagens nesse post foram tiradas por mim durante o show.

Eu concluo esse post com o sentimento de saudade e ouvindo o álbum Save Rock and Roll e torcendo para eles voltarem logo.

Você é fã do Fall Out Boy? Estava nesse show? Me conte sua história.

Beijos e até a próxima.