Hell’s Kitchen Angel (MAX)

Hey amigos, tudo bom?

Voltei para comentar um vicio que voltou com força total nas últimas semanas, o álbum Hell’s Kitchen Angel do MAX (Schneider). Eu fiquei obcecada por esse álbum em fevereiro quando ele foi lançado, mas por algum motivo acabei não comentando com vocês sobre ele, mas agora que o vicio voltou e eu estou aqui para falar por que eu amo tanto essas canções.

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Eu já falei do Max uma vez aqui no blog (clique aqui para ler) e como eu já contei como conheci seu trabalho não vou me alongar com essa parte, mas vou explicar o porque da minha obsessão ter voltado com tudo. Meu vício voltou por causa da versão remix de Lights Down Low em parceria com a Dytto e o Not Your Dope, essa nova versão da música despertou em mim toda a paixão que sinto pelo trabalho Max.

Hell’s Kitchen Angel, a faixa que abre e dá nome ao álbum é bem dançante e mostra bem a proposta desse trabalho, ela lembra um pouco as músicas do Bruno Mars, mas isso não me incomoda. A segunda faixa eu já conhecia a um bom tempo e amava, Gibberish, uma parceria bem sucedida com o rapper Hoodie Allen, essa se tornou umas das músicas que mais gosto de ouvir, cantar e dançar de todos os tempos. Wrong é aquela música que sobe um calor (eita!), é uma canção sexy e bem envolvente, só ouvindo para entender o que quero dizer. A próxima é uma música que considero a cara do Max, que representa bem o som que ele faz, estou falando Holla, e eu adoro especialmente o trecho seguinte: “I coud be the best night you never have again. Or I could be your long run the one. I could be your confidant, with some benefits…“. Em seguida vem aquela música mais tranquila para quebrar um pouco esse ritmo, nesse caso a balada Lights Down Low foi muito bem posicionada, e sem contar que a canção é bem lindinha, eu realmente adoro cantar ela, na verdade essa é música que mais enho cantado nas últimas semanas. O ritmo (eu ia escrever ritmo de festa como no programa do Silvio Santos) volta com 10 Victoria’s Secret Models, essa é a mais comercial do álbum, mas ainda assim interessante. Home é a música que me faz arrepiar, é uma música para prestar atenção na letra e simplesmente se deixar sentir. Então chega Mug Shot, fiquei surpresa e feliz ao vê-la no álbum, pois por essa música que muita gente conheceu o Max, mas como não tem a ver com o momento musical atual dele nem passou pela minha mente ouvi-la no Hell’s Kitchen Angel, mas falando da música, ela é leve, dançante, um pouco boba, mas divertida e vale a nostalgia. Uma das músicas desse álbum que mais bombou foi Basement Party, e como você pode imaginar pelo titulo, é aquela música para festa mesmo, para dançar e se jogar. Encerrando nós temos a gostosinha Lost My Way, ela mais lenta, mas ainda tem aquele toque dançante.

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Se você gosta de música pop eu recomendo fortemente que de um pouco de atenção ao trabalho do Max.

Você já tinha escutado as músicas do Max? O que você achou do Hell’s Kitchen Angel?

Beijos e até a próxima.

Traços, por Eduardo Cilto

Hey amigos, tudo bem?

Voltei com uma indicação super especial, Traços, o primeiro livro do Eduardo Cilto. Como inscrita do canal Perdido nos livros eu estava super ansiosa para conferir o resultado desse projeto, e nesse post vocês vão saber o que achei do primeiro romance escrito pelo Edu.

Traços

Quando Matheus aceitou acompanhar Beatriz na festa do colégio, jamais imaginou que terminaria a noite participando de um ritual mistico (de veracidade duvidosa) para saber o que o futuro reservava para ele e a amiga. Assim que as velas que os cercavam se apagam e uma resposta esquisita encerra a cerimônia, Beatriz leva o resultado a sério e entende que deve fugir da cidade pequena para se encontrar com seu destino na ruas de São Paulo. Perdido no meio de tudo, Matheus é obrigado a repensar o que considera certo ou errado quando é convidado para participar do plano maluco de fuga, e decide que precisa passar por cima dos limites impostos pelos pais para finalmente ser capaz de entender quem realmente é. Os dois amigos partem sozinhos para a metrópole e carregam consigo não somente as malas nas costas, mas também o peso de todos os problemas que achavam que estavam deixando para trás. Sem ter ideia do que estão enfrentando, Matheus e Beatriz descobrem mais sobre si mesmos, criam e quebram laços e encaram desafios que jamais pensaram que confrontariam, enquanto contavam as moedas para realizar esse grande plano que iria mudar suas vidas para sempre.

Fazem mais de dois que acompanho o Eduardo no canal Perdido nos livros, por isso estava extremamente ansiosa para conferir como seria uma narrativa escrita por ele. A sinopse acima não mostra um décimo do caminho que o Edu seguiu em Traços, comecei gostando do fato de sermos simplesmente jogados na história, Matheus, o personagem principal está indo pela primeira vez a uma festa da escola, e ele está indo apena porque Beatriz o convidou, em vários momentos Math se pega pensando no irmão, mas leva um tempo até a gente entender o que aconteceu.

Se eu tivesse lido o Traços assim que comprei eu provavelmente teria duvidado e achado bobagem os motivos da Beatriz querer fugir, mas enquanto estava na fila para pegar o autógrafo do Edu conheci uma garota que tinha uma história semelhante a da personagem, o que pensando bem é absolutamente bizarro. Eu sei que não estou contando muitos detalhes, mas é que tenho a impressão que qualquer coisa errada que eu diga pode estragar a experiência de leitura.

Autografo Traços

Não digo que Traços é perfeito, pois seria mentira, até a metade eu senti a história meio sem ritmo, mas ainda estava empolgada pra saber onde essa história ia parar. Devo mencionar que a narrativa melhorou muito quando a Samantha apareceu na história, eu realmente amei essa personagem, ela é super divertida e desperta o melhor do Matheus. Falando do Matheus, ele é aquele cara legal, mesmo sendo um garoto eu me identifiquei muito com ele. Já a Beatriz é irritante, eu realmente não gostei dela, achei manipuladora, impulsiva e inconsequente, eu não gostaria de conviver com alguém assim.

Como já havia dito acima, eu estive na seção de autógrafos do Traços, e fiquei extremamente impressionada com a quantidade de pessoas presentes no evento. Eu era praticamente a ultima da fila, e fiquei impressionada também com o fato dele ter me reconhecido e ainda lembrado meu nome por causa do Twitter (fiquei em choque na verdade), essa foi a segunda vez que o encontrei e mais uma vez confirmei que o Eduardo é um fofo.

Eduardo e Rosana 2

Eduardo e Rosana

Bom, eu realmente recomendo a leitura do Traços, também acredito que o Eduardo tem muto potencial como escritor e vale a pena acompanhar essa trajetória desde o começo.

Para continuar acompanhando o Eduardo Cilto:

Canal Perdido nos livros, twitter, facebook e instagram.

Você já leu o Traços? Acompanha o Eduardo no Perdido nos livros?

Beijos, e até a próxima.

Night Sports (3OH!3)

Olá pessoas, tudo bem?

Eu sei que faz um bom tempo que eu não apreço, mas é que eu estava meio sem assunto, mas agora eu voltei, e voltei com dica musical (já deu pra ver que é meu tema favorito), o álbum Night Sports, do 3OH!3. Nunca falei aqui, mas eu amo o 3OH!3, e não me importo se os outros achem isso estranho.

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Eu tenho a impressão que o 3OH!3 é aquela banda (dupla no caso) que todo mundo sabe que existe, mas que ninguém escuta de verdade, pois nunca vejo ninguém comentando sobre eles, acho que o grande público se esquece deles na maior parte do tempo, mas quando escutam alguma música sempre rola a frase “não é aquela dupla que cantava com a Katy Perry?”, não vou mentir, foi por causa da Katy que eu conheci o som deles, lá em 2009, e escuto frequentemente desde então. No meu caso nem tem como esquecer-los, pois todos os clipes deles saem no canal da gravadora Fueled By Ramem, que eu acompanho fortemente, e nas últimas semanas eu estou extremamente viciada no último álbum deles, o Night Sports.

O álbum tem a mesma essência dos anteriores, as músicas são dançantes, divertidas e estranhas em alguns casos, mas eu gosto. Gosto também do jeito que eles misturam o eletrônico com rap com um fundo pop. Os vocais do Sean Foreman e do Nathaniel Motte harmonizam muito juntos e são bem característicos deles. Uma coisa que eu amo sobre o 3OH!3 é que a energia deles é extremamente contagiante, eles se divertem e fazem a gente se divertir junto sem medo ou pudores.

Night Sports

Hear Me Now é a música que chega coma a mensagem “você pensa que nos esqueceu? Pense de novo, pois aqui estamos.” a música é bem cativante, tem um que indiano na batida. Mad At You é uma das minhas favoritas, eu gosto muito, muito, muito da letra, adoro o jeito que o relacionamento é tratado nela. Freak Your Mind é a mais pop do álbum, é aquela que vai te fazer dançar de pra valer. Basmf (que significa bad ass stuped motherfuckers) é a minha favorita, eu escuto ela umas 3 vezes por dia, eu adoro a letra, a batida, é aquela que eu canto junto, ela lembra os trabalhos antigos deles. Agora não seria um álbum de 3OH!3 se eles não fossem além da escala ridículo, e a faixa My Dick definitivamente excede as expectativas, a música é tão ridícula, que se torna muito divertida. Inside Boy é outra me deixou extremante viciada, e uma faixa certeira, eu escuto e só quero dançar e cantar junto.

Não vá ouvir 3OH!3 esperando o tipo de música que você escuta no rádio, pois não é isso que você vai encontrar, no entanto se você está procurando músicas para tocar em uma Party House eu recomendo fortemente esse álbum (na verdade recomendo ouvir todo o repertório do 3OH!3 e selecionar suas favoritas, pois tem muita coisa boa), a maioria das músicas dão muita vontade de dançar, mesmo que letra possa soar um pouco estranhas, como eu já disse, o 3OH!3 continua a produzir diversão

Para acompanhar o 3OH!3 nas redes sociais:

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Beijos, e até a próxima.